terça-feira, 10 de maio de 2011

Venda antecipada de ingressos para Flamengo x Ceará


O Flamengo receberá o Ceará, pela primeira rodada das quartas-de-final da Copa do Brasil, nesta quinta-feira (05.05), no Engenhão. E os sócios do clube, em dia com suas obrigações, poderão adquirir suas entradas a partir desta segunda-feira (02.05). Os demais torcedores, a partir de terça-feira (03.05), nos pontos de venda, citados abaixo, de 9h às 17h.

As entradas custarão de R$ 20 (R$ 10 – meia-entrada) até R$ 40 (R$ 20 – meia-entrada). Vale ressaltar que cada torcedor, sócio ou não, só poderá comprar três entradas cada. Aqueles que adquirem meia-entrada deverão, obrigatoriamente, apresentar documento que comprove seu direito (carteira de identidade, carteira de estudante ou comprovação de matrícula) para ingressar no estádio.

AVISOS IMPORTANTES
Os torcedores com direito a gratuidade (menores de 12 anos acompanhados de responsáveis, deficientes físicos e idosos maiores de 65 anos) terão que acessar o estádio uma hora antes da partida. Após esse horário, estará encerrada a troca de gratuidades. Esse procedimento será executado para preservar a integridade física desses torcedores e garantir que a capacidade máxima seja respeitada do estádio.

SERVIÇO
Jogo: Flamengo x Ceará
Data: 05/05/2011 (quinta-feira)
Horário: 21h50
Local: Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão)

Preço dos ingressos
Setor Norte: R$ 20 (R$10 meia-entrada) – CEARÁ
Setor Sul: R$ 20 (R$10 meia-entrada) – FLAMENGO
Setor Leste Superior: R$ 30 (R$ 15 meia-entrada) – FLAMENGO
Setor Leste Inferior: R$ 40 (R$ 20 meia-entrada) – FLAMENGO
Obs.: O Setor Oeste estará fechado neste jogo

Pontos de venda:
Av. Borges de Medeiros, 997 - Gávea
Bilheterias da  Gávea (Praça N. S. Auxiliadora)
Bilheteria Sul do Engenhão
Bilheterias do Fluminense F. C.
Bilheterias do São Cristóvão F.R
Bilheterias do Ginásio do Tijuca Tênis Clube
HSBC Arena - Av. Abelardo Bueno, 3401 - Barra da Tijuca.
Loja Sea Soul – Rua São João 35, loja 38 – Niterói
Clube Nilopolitano – Estrada Expedicionário, 91 -Nilópolis (somente ingressos inteiros)
Associação Atlético Volantes de Mesquita – Rua Maciel 157 – Juscelino Mesquita (somente ingressos inteiros)
Site da Ingresso Fácil (www.ingressofacil.com.br) 

Juan Silveira dos Santos

Juan Silveira dos Santos ( Rio de Janeiro, 1 de fevereiro de 1979 - ) é um zagueiro de projeção mundial e que começou a carreira nas divisões de base do Flamengo, clube onde ainda hoje, goza de bastante prestígio junto á torcida.

Assim como tantos outros garotos que tentam a sorte no futebol, o carioca Juan passou por diversas situações desconfortáveis, mas persistiu e depois de muita luta, conseguiu chegar ao time principal do time Mais Querido do Brasil.

Bastante aguerrido, em pouco tempo Juan começou a ser apontado como o sucessor de Aldair, não só pela sua segurança na marcação tanto nas bolas aéreas, como na cobertura dos laterais, como pela excelente visão de jogo. Desde os tempos das categorias de base, não eram raras as vezes em que, após desarmar um ataque do adversário, Juan puxava os contra-ataques carregando a bola sem problemas até a intermediária adversária.

Fruto da geração vitoriosa de craques formados na base, como Athirson, Reinaldo e Júlio César, Juan conquistou muitos títulos nos seis anos em que jogou no time principal do Flamengo. Aliás, desde que foi lançado na equipe profissional, com apenas dezessete anos em 1996, Juan jamais deixou de ser o titular da posição, e mais, depois de quatro anos ao lado de zagueiros regulares, se uniu ao paraguaio Gamarra e formou uma inesquecível dupla de zaga.

Nos seus 245 jogos disputados pelo Fla, e 29 gols marcados, ficaram mais do que boas atuações. Exemplo de bom caráter e de superação, Juan acabou se tornando, de fato, um exemplo para aqueles que alçam voos maiores no mundo da bola. Sua bonita história, aliás, desde o começo, não se resumiu ao Flamengo, já que desde cedo Juan se tornou figurinha carimbada nas convocações da Seleção Brasileira, conquistando assim, o respeito de todos os torcedores do país.

No ano de 2002, porém, como naturalmente poderia acontecer á qualquer momento, Juan transferiu-se do Flamengo para o Bayer Leverkusen da Alemanha. Aquele, é verdade, era um ano díficil para o futebol do Fla, e Juan, jogador de Seleção vivia o seu auge, de forma que a diretoria rubro-negra pouco pôde fazer.

Naquela ocasião, a transferência de Juan para o clube alemão, intermediada pelo ex-goleiro Gilmar Rinaldi, girou, segundo jornais daquele país, em torno de R$ 7,5 milhões, uma cifra considerável para os padrões da época, mas que ainda sim não traduzia o potencial do então ainda jovem de 23 anos de idade.

Após a sua chegada ao Bayer Leverkusen, o ex-zagueiro do Flamengo esperou por uma oportunidade na Copa do Mundo da Coréia, porém, foi preterido da lista de Felipão, que já tinha um grupo fechado, o que não impediu, é claro, que a partir de 2004, o zagueiro se tornasse titular absoluto da Seleção Brasileira. A partir daquele ano, Juan participou das conquistas da Copa América de 2004, e outras duas Copas das Confederações em 2005 e 2009, além da Copa América de 2007, fora isso ainda integrou a equipe brasileira que disputou a Copa do Mundo de 2006.

No ano de 2007, após cinco anos no futebol alemão, Juan decidiu respirar novos ares e acertou sua transferência para o Roma da Itália, desta vez por um valor mais alto do que aquele aceito pelo Flamengo, foram € 6,3 milhões (cerca de R$ 16 milhões).

Dados

Nome Completo: Juan Silveira dos Santos
Dia do Nascimento: 01/02/1979
Nascimento: Rio de Janeiro (RJ)
Posição: Zagueiro
Número de Partidas pelo Fla: 245
Número de Gols: 29
Histórico
Anos     Time
1996-2002     Flamengo
2002-2007     Bayer Leverkusen
2007-2009     Roma
2001-2009     Seleção Brasileira

Títulos
Pelo Flamengo


    * Campeonato Carioca: 1996, 1999, 2000 e 2001
    * Taça Guanabara: 1996, 1999 e 2001
    * Taça Rio: 1996 e 2000
    * Copa dos Clubes Brasileiros Campeões Mundiais: 1997
    * Copa Mercosul: 1999
    * Copa dos Campeões: 2001

Pela Seleção Brasileira

    * Copa América: 2004 e 2007
    * Copa das Confederações: 2005 e 2009

Por outros clubes

Roma

    * Copa Itália: 2008

Estatísticas

Ano     Jogos     Gols
1996     13     0
1997     36     4
1998     29     1
1999     17     2
2000     62     7
2001     62     9
2002     26     6
Total     245     29

Júlio César Soares Espíndola


Não existe forma de se falar do excepcional goleiro Júlio César sem associá-lo rapidamente com o Flamengo, clube que o revelou e que segundo o próprio Júlio, é uma das suas maiores paixões. Seguindo uma trajetória parecida com a de grandes ídolos rubro-negros, enquanto esteve no Brasil, Júlio César defendeu apenas as cores do Mais Querido do Brasil, e somente se transferiu para a europa em virtude da necessidade eminente que um jogador do sua estirpe necessitava para alçar novos horizontes.

Revelado nas divisões de base do Flamengo, Júlio César iniciou sua carreira profissional em 1997, como reserva de Clêmer. Porém, aos poucos, o jovem goleiro foi ganhando a confiança dos rubro-negros e, em 2001, já era o titular absoluto da equipe.

A raça, e a paixão dedicada pelo goleiro á camisa do Flamengo unidas ao seu excepcional talento em baixo das traves, fez com que Júlio conquistasse além da maior torcida do Brasil, dois Campeonatos Cariocas e uma Copa dos Campeões como titular, e outros dois Estaduais e uma Copa Mercosul como reserva.

Já em 2002, Júlio César era considerado um dos melhores goleiros do país, e por muito pouco não formou o scratch pentacampeão mundial comandado pelo treinador Luís Felipe Scolari. No entanto, o reconhecimento não tardaria a chegar, convocado para a disputar a Copa América de 2004, atuou como o goleiro titular daquela Seleção Brasileira, que retornou do Peru com o título. Com o troféu, veio a cobiça internacional pelo passe do atleta e as propostas pelo goleiro eram cada vez mais polpudas.

Foi no ano de 2005 que o habilidoso Júlio César se despediu do Flamengo. Naquele ano se envolveu numa transferência para a Itália. No primeiro semestre, esteve no Chievo Verona e em julho foi para o clube que adquiriu seu passe, a Inter de Milão. Lá, passou a ser titular em 2006, mesmo ano de sua primeira Copa do Mundo, na Alemanha, onde foi terceiro goleiro. No entanto, em virtude da necessidade de renovação da Seleção Canarinho, Júlio assumiu a condição de titular absoluto em pouco tempo, sendo hoje um dos mais respeitados goleiros do planeta.

Dados

Nome Completo: Júlio César Soares Espíndola
Dia do Nascimento: 3 de setembro de 1979
Nascimento: Rio de Janeiro
Posição: Goleiro
Número de Partidas pelo Fla: 285
Número de Gols: 0
Histórico
Anos     Time
1997-2004     Flamengo
2004-2005     Chievo
2005-2007     Internazionale
2004 - 2009     Seleção Brasileira

Títulos
Pelo Flamengo


Campeonato Carioca: 1999, 2000, 2001, 2004
Taça Guanabara: 1999, 2001, 2004
Taça Rio: 2000
Copa Mercosul: 1999
Copa dos Campeões: 2001

Pela Seleção Brasileira

Copa América: 2004
Copa das Confederações: 2009
Por outros clubes

Internazionale

Copa da Itália: 2004/2005, 2005/2006
Campeonato Italiano: 2005/2006, 2006/2007, 2008/2009
Supercopa da Itália: 2006

Estatísticas
Ano     Jogos     Gols Sofridos     Média     Cartão Amarelo     Cartão Vermelho
1997     10     6     0,6     -     -
1998     5     6     1,2     -     -
2000     28     39     1,39     -     -
2001     69     81     1,17     -     -
2002     54     94     1,74     -     -
2003     59     91     1,54     -     -
2004     60     74     1,23     -     -
Total     285     391     1,37     -     -

Registros

Máximo de jogos seguidos sem tomar gol: 5 jogos [1 vez]
Máximo de gols no mesmo jogo: 6 gols [2 vezes]
Quantidade de jogos sem sofrer gol: 81 jogos 

Fábio Luciano


Quem não conheça a trajetória de Fábio Luciano pode facilmente equivocar-se dizendo que o experiente zagueiro é cria da Gávea. Este equívoco pode se dar, pois apenas algo deste tipo explicaria a rápida identificação de Fábio com o Flamengo.

Nascido em Vinhedo (SP) no ano de 1975, Fábio começou sua carreira na Ponte Preta no ano de 1996. Bastante disciplinado, técnico e habilidoso o jogador se manteve conquistando espaço e elogios no time do interior paulista até a temporada de 1999 quando o Corinthians despertou interesse no atleta e o convidou para defender suas cores.

De um alvinegro para outro de apelo bem maior, Fábio viveu no time do Parque São Jorge sua melhor fase como jogador de futebol. Defendendo o Corinthians o zagueiro conquistou títulos importantes e marcantes para a história daquele clube, como é o caso do Mundial de Clubes em 2000 e da Copa do Brasil em 2002. Sua fibra e estilo de xerife fizeram com que Fábio Luciano conquistasse além de títulos, a apaixonada torcida corintiana.

As boas atuações no período em que atuou pelo Corinthians e teve rápida passagem pelo Internacional serviram para premiar Fábio com uma bola de prata da Revista Placar no ano de 2002 e, melhor ainda, conduzir o jogador até a Seleção Brasileira de Futebol. Vestindo a camisa canarinho, Fábio Luciano disputou duas partidas ambas válidas pela Copa das Confederações de 2003, ocasião em que a Seleção Brasileira foi eliminada ainda na primeira fase.

Ainda em 2003 depois de premiar o Corinthians com o Campeonato Paulista daquele ano, Fábio viu a equipe alvinegra ser eliminada da Taça Libertadores da América e mais tarde se transferiu para o turco Fenerbahçe, por onde foi bicampeão nacional marcando bastante gols e inclusive, aprimorando técnicas de ataque. Tempos depois, o destino viria castigar o zagueiro. Depois de 3 anos atuando pelo Fenerbahçe, Fábio se contundiu seriamente no ano de 2006 e preferiu retornar ao Brasil para se tratar, neste meio tempo, deixou que expirasse o contrato com o clube turco e recusou a proposta da sua antiga paixão, o Corinthians, preferindo se engajar no futebol alemão para defender o pequeno Koln.

Quando Fábio Luciano imaginava que os desafios da sua carreira já haviam terminado, o jogador que tinha no seu currículo uma marcante passagem pelo clube de segunda maior torcida do Brasil foi convidado para voltar ao país, agora atuando pelo time de maior torcida ou o Mais Querido do Brasil, como é carinhosamente chamado o Flamengo. Convite aceito. A missão de Fábio não era das mais fáceis. O Zagueiro deveria ajudar a livrar o time da Gávea de um dos maiores vexames da sua história e evitar o rebaixamento na temporada 2007. Todavia, o que o zagueiro não esperava e nem o mais otimista dos torcedores sonhava, é que o Fla engrenasse uma campanha maravilhosa depois da chegada do atleta e conseguisse conquistar inclusive uma vaga para disputar a Taça Libertadores da América do ano seguinte, terminando o Campeonato Brasileiro na terceira colocação.

É um consenso que a chegada de Fábio Luciano foi um divisor de águas nas últimas temporadas do futebol rubro-negro. Sua habilidade em campo resolveu problemas técnicos no setor defensivo que assolavam o clube desde a saída do também zagueiro Juan, e o mais importante, seu espírito de liderança foi responsável por unificar a equipe em busca de títulos e conquistas que há muito não eram sequer disputadas pela equipe.

A zaga do Flamengo sempre foi um berço de ídolos. Isso aconteceu com grandes vultos da história rubro-negra como Rondinelli, Mozer e Juan. Aos poucos Fábio Luciano foi encaixando seu nome na história do clube e provavelmente assumindo o posto de ídolo junto a torcida rubro-negra.

Após não ter certeza se iria continuar a jogar futebol em 2009 já que pensava em se aposentar, resolveu continuar a defender o Flamengo por mais um tempo e assim fez no início de 2009 mantendo sua qualidade e o posto de xerife do time. No dia 3 de abril de 2009, anunciou que se retiraria do futebol após o fim do Campeonato Carioca. Assim fez o Capita, em seu último jogo levantou a sua última Taça e aposentou as chuteiras com a conquista do Tri Campeonato Carioca com o Flamengo.

Dados
Nome Completo: Fábio Luciano
Dia do Nascimento: 29 de Abril de 1975 (34 anos)
Nascimento: Vinhedo (SP)
Altura: 1,90m
Peso: 80 kg
1° jogo: 11/08/2007 (Flamengo 2 x 1 Náutico)

Histórico
Anos     Time
1996-1999     Ponte Preta
2000-2001     Corinthians
2001     Internacional
2002-2003     Corinthians
2003-2007     Fenerbahçe
2007     Koln-ALE
2007-2009     Flamengo

Títulos
Flamengo


    * Taça Guanabara 2008
    * Campeonato Carioca 2008
    * Taça Rio 2009
    * Campeonato Carioca 2009

Outros Clubes

    * Corinthians

    *
          o Mundial de Clubes da FIFA: 2000
          o Campeonato Paulista: 2001 e 2003
          o Torneio Rio-SP: 2002
          o Copa do Brasil: 2002

    * Fenerbahçe
          o Campeonato Turco: 2004 e 2005

Estatísticas
Ano     Jogos     Gols Marcados     Assistências     Cartão Amarelo     Cartão Vermelho
2007     22     2     2     7     0
2008     52     4     4     14     3
2009     19     1     2     5     2
Total     93     7     8     26     5

Dejan Petkovic

Dejan Petkovic ( Majdanpek, 10 de setembro de 1972 - ), é um meia sérvio que marcou época no futebol brasileiro depois de atuar por grandes clubes do país, dentre eles, o Mais Querido do Brasil, clube no qual fez questão de escrever um dos capítulos mais bonitos da gloriosa história rubro-negra.
O Começo da Carreira

Petkovic nasceu na Iugoslávia, e foi naquele país, que aos dezesseis anos, deu ínicio á carreira de jogador de futebol. Seu primeiro clube foi o Radnick Niš, time da cidade de Niš, a terceira mais importante do país depois de Belgrado e Novi Sad.

Em 1992, ano do pentacampeonato brasileiro rubro-negro, Pet se transferiu para o Estrela Vermelha, um dos mais populares clubes daquele país, e que houvera recentemente vivido o seu apogeu, ao conquistar nada menos do que o Campeonato Iugoslavo, a Liga dos Campeões da UEFA e o Mundial Interclubes. Assim, como não pudera ser diferente, o ainda jovem jogador que atuava com atacante, galgou os primeiros grandes passos como jogador profissional faturou mais dois campeonatos Iugoslavos, duas Copas da Iugoslávia, o apelido de Rambo e muita moral dentro e fora do país.

Em dezembro de 1995 veio a grande chance de Pet, é que o jogador se desligou do Estrela Vermelha e foi a caminho do Real Madrid, da Espanha, um dos mais badalados clubes de todos os tempos. Inicialmente, disputaria a temporada 1995 / 1996 pelo clube merengue, entretanto, o excesso de craques naquele clube, fez com que Petkovic fosse emprestado ao Sevilla, time pelo qual, acabaria vivendo um dos mais delicados momentos da carreira, ao fraturar gravemente o pé esquerdo.

Voltou ao Real Madrid ainda em 1996, passou rapidamente pelo Racing Santander e retornou mais uma vez ao Santiago Barnabéu, mas, encostado no clube espanhol, acabou aceitando uma proposta para atuar no Brasil, mais especificamente pelo Vitória, que, apesar das especulações negativas, acabou apostando no potencial do estrangeiro.
A chegada ao Brasil e retorno ao exterior

Poucos eram aqueles que apostavam no deslanche de Petkovic no Vitória. Acostumado com um futebol completamente diferente daquele praticado no Brasil, o jogador que ainda era atacante, também vivia a responsabilidade de ter que substituir um dos maiores ídolos da torcida do time baiano, que por sinal, também marcou história no Flamengo, o tetracampeão Bebeto.

Mas não demorou muito tempo para que Petkovic mostrasse todo seu potencial. Já na sua estréia contra o União São João fez um gol de falta e deu um passe para o gol do ex-botafoguense Túlio Maravilha no empate em 2×2, assim, pouco depois, Pet já era um dos queridos da torcida do Leão, com uma novidade: é que após a chegada do ex treinador do Fla, Celso Roth, Pet passou a jogar com meia-ofensivo, e se adaptou perfeitamente.

O reflexo de tanto sucesso na Bahia, veio em 1998, quando o jogador passou a ser constantemente convocado para a sua seleção natal a Iugoslávia. Ídolo absoluto no Vitória, Pet marcou diversos gols e arrebatou de vez a torcida do time baiano, conquistando títulos e provando que nem só de boas partidas vivem os ídolos.

Em meados de 1999, porém, Petkovic deixaria partido o coração dos torcedores baianos, já que suas partidas memoráveis não houveram passado despercebidas, e, o Venezia da Itália mirava no jogador a busca de um craque para a temporada européia de 1999 / 2000, de forma que, nem mesmo as diversas campanhas promovidas pela diretoria do clube baiano foram capazes de manter o jogador no Vitória.

A volta a Europa, todavia, não foi proveitosa como se imaginara. Pet não se readaptou ao técnico e monótono futebol do velho continente, e ao fim da temporada, decidiu retornar á terras tupiniquins, mas desta vez, para defender um clube que aprendera a assistir e admirar, já nos tempos de Vitória. Tratava-se do clube Mais Querido do Brasil, o Flamengo.
A primeira passagem pelo Flamengo
Petkovic comemora gol antológico
Petkovic comemora gol antológico

Quando chegou ao Fla, comprado por uma importância aproximada de U$ 6,5 milhões, graças a parceria do clube com a ISL, Pet recebeu honras de estrela, até mesmo pelo seu histórico recente no Brasil, e obviamente, pelo seu potencial.

Estreou no Fla em partida contra o Santos, válida pelo Torneio Rio-São Paulo de 2000, e assim como tinha feito na primeira partida vestindo a camisa do Vitória, Pet marcou gol e deu show, sendo um dos protagonistas da goleada aplicada pelo Fla no time paulista ( 4 a 1 ).

Comandado por Paulo César Carpegiani, Pet dava mostras claras de que não demoraria a assumir o posto de querido da maior torcida do Brasil, e as evidência se concretizaram, é claro, graças ao poder de fogo e boas atuações do jogador, a prova disso, é que, Pet marcou dois gols nas suas duas primeiras partidas vestindo o Manto Sagrado, além disso, o Flamengo só foi perder uma partida com o iugoslavo em campo depois de dez jogos, entretanto, aquela derrota foi dolorosa, e acabou mexendo com a estrutura do Mais Querido do Brasil.

Naquela ocasião, o Flamengo foi goleado pelo Vasco da Gama na decisão da Taça Guanabara de 2000, com show do recém-egresso do clube, Romário. Foi durante aquela partida que Petkovic conheceu exatamente a proporção da rivalidade entre Flamengo e Vasco, e, se não pensou ali em um revide, mais tarde pareceria que sim.

Apesar da derrota para o rival, e não tendo estado em campo nas partidas finais do Campeonato Carioca 2000, Pet formaria o elenco que triunfou contra o clube de São Januário e se sagrou bicampeão estadual, ao repetir o campeonato do ano anterior, ainda sim, pode-se dizer que Petkovic não estava satisfeito.

Ainda no ano de 2000, Pet jogou num time recheado de estrelas, entre elas, Denílson, Alex, e o desafeto Edílson. Outro que na época ainda surgia como promessa, era o atacante Adriano, que mais tarde se tornaria um dos maiores jogadores do futebol mundial e ganharia a alcunha de Imperador. Apesar de toda a constelação, o time do Fla não foi bem na Copa João Havelange e também fracassou na tentativa de conquistar o bicampeonato da Copa Mercosul, guardando as esperanças rubro-negras para o ano de 2001.

Certamente 2001 foi o ano de Pet no Flamengo, e a marca mais evidente foi eternizada em apenas um gol, contra aquele mesmo Vasco, que um ano antes houvera goleado o Fla, na decisão da Taça Guanabara.

Finalista do Campeonato Carioca, e candidato ao quarto tricampeonato carioca da sua história, o Flamengo partiu para o último jogo do certame em desvantagem. Derrotado por 2 a 1 na primeira partida, o Flamengo precisava ganhar por dois gols de diferença para se sagrar tri estadual diante do Vasco, que houvera perdido para o Fla nos dois anos anteriores, e formara um grande time. E o time de São Januário esteve bem perto do título, ao terminar a primeira etapa da decisão com a partida empatada.

Na segunda etapa, porém, os desafetos Petkovic e Edílson brilharam e jogaram com bastante sincronia, deixando o Flamengo a um gol do campeonato até os 43 minutos do segundo time, quando Pet partiu para cobrar uma falta sofrida na entrada da área e paralisou o Maracanã por alguns minutos, que se findaram ao balançar da rede defendida pelo goleiro vascaíno Helton.

Não bastasse aquele título, Pet ainda deu ao Fla, também com outro memorável gol de falta contra o São Paulo, a Copa dos Campeões, título de ordem nacional, e que creditou o clube a participar da Taça Libertadores no ano de 2002. Foi ainda naquela ocasião que apareceram os primeiros rumores da naturalização de Petkovic, já que àquela altura, o país desejava vê-lo vestindo a camisa da Seleção Brasileira, porém isto acabou nunca acontecendo.

Em 2002, ano díficil para o futebol do Flamengo, Pet partiu e dividiu a torcida do Flamengo. É que o meia deixou a Gávea e foi justamente para São Januário, a fim de defender o mesmo Vasco da Gama, que um ano antes tombara aos pés do gringo. A polêmica transferência, como não poderia deixar de ser, causou tremores, e parte da torcida rubro-negra demorou a digerir a mudança de Pet.
A saída do Flamengo e a peregrinação

Mais tarde revelada, a negociação entre Pet e o Vasco da Gama só ocorreu em virtude das generosas cifras oferecidas pelo rival do Fla ao meia estrangeiro, que também, é verdade, em virtude da sua forte personalidade vivia em eterno embate com os então gestores rubro-negros.

Apresentado no Alto da Colina exatamente no dia do 104º aniversário do Vasco, Pet correspondeu ás expectativas do time de Eurico Miranda e comandou a equipe para a conquista do Campeonato Carioca 2003 e fez diversas brilhantes partidas, de forma á conseguir o díficil feito de cair nas graças de duas torcidas antônimas.

Foi ainda em 2003 que dois fatos novos ocorreram á Pet. Primeiro, o jogador deixou de ser iugoslavo, já que o país do leste europeu se dissolveu, e se tornou sérvio. Além disso, em meados daquele ano, antes mesmo do ínicio do Campeonato Brasileiro, o meia acabou rompendo com o Vasco da Gama e transferindo-se para o misterioso futebol chinês.

Pet, porém, não demorou na China. É que, ao sair do Vasco da Gama, o jogador houvera deixado um contrato em vigor, e acabou sendo acionado pela FIFA, de forma que só conseguiu atuar em algumas partidas, até mesmo conseguindo o campeonato nacional, assim, ainda em 2004 voltou para a casa do rival rubro-negro amigavelmente, e terminou a temporada atuando discretamente.

No ano de 2005, Petkovic passaria rapidamente pelo Al Ittihad da Árabia Saudita, e mais tarde assinaria com outro grande rival do Flamengo, desta vez o Fluminense, onde jogou em 2005 e 2006, tendo inclusive marcado o milésimo gol da história da instituição em Campeonatos Brasileiros. A partir dali ficavam cada vez mais evidentes as mágoas da maior torcida do Brasil, que assistia atentamente a peregrinação do seu ídolo de outrora, pelos seus mais marcantes rivais.

Na temporada 2007, Pet fugiu á risca e não mais defendeu outro rival do Fla, tendo seguido para o Goiás, que tinha projeto ousado para a temporada. Após o término do Campeonato Goiano daquele ano, porém, o sérvio pediu dispensa alegando estar chateado com as cobranças por resultados.

Em 2007, Pet acabou defendendo o Santos no Campeonato Brasileiro. Sua contratação, aliás, foi indicação do rubro-negro confesso Vanderlei Luxemburgo, mas, as atuações de Pet foram irregulares, e a chegada de Emerson Leão na Vila Belmiro apressou a rescisão do meia com o clube satista.

Já em 2008 depois de ficar algum tempo sem atuar, Pet chegou a declarar seu amor pelo Flamengo, se apontando como "O meia que o time precisa". Sua idéia era a de defender naquela temporada o Mais Querido do Brasil, o Vasco da Gama ou até o Fluminense, porém, foi escolhido pelo Atlético MG que vivia o ano do seu centenário, e via na contratação de Pet, um presente para a sua apaixonada torcida, porém, em dezembro de 2008 ao fim do Campeonato Brasileiro, o estrangeiro não justificou a contratação, de forma que o seu baixo rendimento fez com que o mesmo Emerson Leão, que houvera demitido o jogador no Santos, e agora, recém-chegado ao time mineiro pedisse a sua dispensa.


O retorno a Gávea

Em 2009, já no ínicio do ano, o meia Petkovic aparecia em tablóides como possível reforço do Flamengo para o decorrer da temporada, contudo, a informação era sempre negada por membros da diretoria que consideravam o jogador experiente por demais e por isso, fora dos planos. O fato é que naquele ano o clube disputava e mais tarde ganharia o penta tri campeonato carioca da sua história, e ainda era viva a lembrança da quarta conquista conquistada heróicamente a partir da belíssima falta cobrada pelo sérvio no ano de 2001.

No dia 19 de maio daquele ano, Dejan Petkovic se reuniu com a diretoria do Mais Querido do Brasil e sagrou sua volta ao clube através de um acordo que além de reforçar o clube, saldaria dívidas antigas com o meia e que atormentavam a saúde financeira do Flamengo.

No ínicio contestado por parte da torcida, que de certa forma, ainda não compreendia bem as transações de outrora, que acabaram levando Pet aos rivais Vasco e Fluminense, o estrangeiro, que na época já acumulava 36 anos de idade, entrou no elenco com o propósito inicial de apenas compor, no entanto, algumas contusões e falta de peças de reposição, acabaram pondo o sérvio em campo.

O fato é que um Pet um tanto diferente apresentou-se na sua segunda passagem pelo Fla. Mais maduro, líder em campo, afável com os companheiros, o jogador acabou reconquistando a torcida rubro-negra como um todo, e mostrando todo o seu potencial, agora traduzido em atuações menos vigorosas, porém também bem mais sóbrias e técnicas.


Dados

Nome Completo: Dejan Petkovic
Dia do Nascimento: 10/09/1972
Nascimento: Majdanpek (Sérvia)
Posição: Meia
Número de Partidas pelo Fla: 129
Número de Gols: 44


Histórico

Anos     Time
1994-1995     Estrela Vermelha
1995     Real Madrid
1996     Sevilla
1996-1997     Real Madrid
1997-1999     Vitória
1999-2000     Venezia
2000-2002     Flamengo
2002-2003     Vasco
2003     Shanghai Shenhua
2005     Al Ittihad
2005-2006     Fluminense
2007     Goiás
2007     Santos
2008     Atlético MG
2009     Flamengo
1995-1999     Seleção Iugoslava


Títulos

Flamengo

    * Campeonato Carioca: 2000 e 2001
    * Taça Guanabara: 2001
    * Copa dos Campeões: 2001

Outros Clubes

Estrela Vermelha

    * Campeonato Ioguslavo: 1992, 1995
    * Copa da Ioguslávia: 1993, 1995

Real Madrid

    * Campeonato Espanhol: 1997
    * Supercopa da Espanha: 1997

Vitória

    * Campeonato Baiano: 1997, 1999
    * Copa do Nordeste: 1999

Vasco

    * Campeonato Carioca: 2003

Shanghai Shenhu

    * Campeonato Chinês: 2003

Al Ittihad

    * Copa Árabe: 2005


Estatísticas

Ano     Jogos     Gols Marcados     Assistências     Cartão Amarelo     Cartão Vermelho
2000     59     28     -     10     1
2001     53     13     -     12     2
2002     9     2     -     2     0
2009     2(6)     1     1     1     0
Total     129     44     -     25     3

Flamengo tenta imunizar a vantagen do Ceará! Pra continia na Copa do Brasil

Passa o Rodo Neles!




Difícil não rir com o desespero da pequena torcida do cearázinho. Comprovando que a menos de 48 horas do jogo das suas vidas eles não passam de uma cambada de fanfarrões desconectados da realidade morrendo de cagaço. Seus delírios psicotrópicos com hora marcada pra acabar até que são engraçados.
Suas ameaças vociferantes de que nos impingirão terríveis castigos no jogo de volta são típicos do que eu chamo de complexo de pinscher. Vocês conhecem, aqueles cachorrinhos minúsculos que pensam que são dobermanns, chatos pra cacete, que latem muito, mas são incapazes de morder.
Na verdade eles estão aproveitado o resultado estrambótico da quinta passada pra extravasar todos os complexos provocados pela eterna coadjuvância de seu clube no cenário do futebol brasileiro. Eles também assistiram ao jogo na quinta, e melhor do que qualquer um de nós que fechamos o certo, sabem que a vitória cagada que arrumaram, na distração ou na inépcia do árbitro, foi um fenômeno cuja probabilidade de se repetir ainda nessa era geológica é muito, muito remota.
Como nós, eles viram que durante o jogo todo só deram 4 chutes a gol, fizeram 287 faltas e passaram o resto do tempo dando bicudas pra todos os lados e com seu execrável goleiro, refugo do Florminense, fazendo uma cera abjeta e antidesportiva. Cumprindo assim o bem conhecido protocolo do time pequeno que enfrenta um colossal adversário sabidamente muito superior em todos os quesitos de julgamento, sejam objetivos ou subjetivos.
Mas não tiro os méritos da vitória dos cabras, o que vale é bola na rede. Esse negócio de culpar a sorte alheia é coisa de botafoguense. Mesmo porque sorte grande mesmo eles tiveram com a oportunidade de cruzar com o Flamengo Bombador do Índice de Desenvolvimento Humano nessa Copa do Brasil. Não fosse isso e o cearázinho e sua genérica camisa alvipreta passariam outro ano na obscuridade que os estreitos limites de sua expressão meramente regional permitem.
É justamente por causa dessa limitada expressão que seus boquirrotos torcedores, apesar de querer demonstrar o contrário, estão dando tanta bandeira de que já consideram esse jogo perdido. Eles percebem, talvez um pouco tarde demais, que a farra midiática com as fotos nos jornais e os seus nomes falados em todo o Brasil está muito próximo de acabar. Demorou, mané.
Semana que vem eles só serão lembrados como um dos 3 times cearenses que o Mengão teve que atropelar até chegar na semifinal da CB. Até agora a única vantagem que são capazes de apontar para o jogo é que nas arquibancadas do estádio onde já o vencemos várias vezes haverão supostamente mais bobalhões fantasiados de zebra do que mulambos bem vestidos. Puxa, que medo!
Parece ironia, mas os cearistas estão ruins da cabeça. Desde quando maioria do público é garantia de triunfo? Desde quando 10 mil sei lá como se chama são alguma coisa quando estão cercados por 40 milhões de rubro-negros por todos os lados? Vão correr pra onde?
Se a torcida deles é tão fodona assim por que até hoje seu time não ganhou nada além de estaduais disputados com o Itapipoca e o Forrobodó FC? As estatísticas estão aí mesmo pra baixar o astral dos cearazistas. São nossos fregueses desde 1948 e nessa relação comercial já sentiram o amargo sabor da derrota 9 vezes em 18 jogos, com 6 empates. A episódica vitória no Engenhão foi um ponto fora da curva da natural tendência de que o Mengão doutrine outra vez.
Não é necessário que entremos em detalhes futebolísticos para demonstrar nossa superioridade. Fica até chato o cotejo entre nossos jogadores e os deles, pega mal pra gente fazer isso. Sejamos modestos e humildemente estendamos nosso Manto Sagrado adorado, idolatrado, salve, salve, pra parar com essa conversa fiada. Agora a palhaçadinha é zero pra torcida também. Por hoje deixemos os caras se esgoelarem e passarem seus patéticos recibinhos tipo Respeite o povo do Ceará!. Amanhã, após o jogo, os cala boca, imbecil, serão fartamente distribuídos a quem de direito.

Futebol é Bola na Rede!

Meu “sumiço” não teve muito a ver com  a eliminação em casa pro Peñarol, embora tenha sido um baque tremendo. Os cornetas de plantão ficaram eufóricos porque não publiquei nada mais do que um título logo após o jogo. Gostaria de lembrar que naquele título eu disse tudo o que queria dizer pro Falcão e pro Siegmann ao vivo, se pudesse.
Estive trabalhando 14, 15 horas por dia na quarta e quinta porque assim é o meu trabalho. Infelizmente vi o jogo pela tv, sofrendo muito mais porque parece ser pior ainda quando a gente está longe demais pra ajudar a gritar e empurrar o time. Por outro lado (tudo na vida sempre tem dois lados) acho que foi bom este tempo sem escrever pra que eu pudesse refletir um pouco mais sobre o desastre de quarta, que nos retirou a conquista da América. Um Gigantazo difícil de engolir. Mas temos que parabenizar o Peñarol, que veio aqui e soube vencer quando conseguiu e teve chance, coisa que deixamos de fazer lá no Centenário e principalmente na nossa casa.
Com um minuto de jogo Oscar fez 1×0 e o time jogava muito, mas muito tranquilo. O toque pro lado e foi a tônica do primeiro tempo, explicitando o que o amigo Fábio Bernardi critica no time de Falcão: uma malemolência temerária. Tudo bem, estava tudo certo, estávamos classificando numa boa. Estava tão tranquilo e relaxado que começamos a insistir  no mesmo (grave, gravíssimo!) defeito de outros jogos da Era Falcão, especialmente no último greNAL: o Internacional não define o jogo quando tem chance de definir. Parece apenas que quer deixar o tempo passar com a bola no pé e toque de bola sem verticalidade. Claro que entendo e concordo que o primeiro passo pra ter sucesso no futebol, em termos coletivos, é ter posse de bola.
Mas não podemos ter muita posse de bola e 3 ou 4 chutes em gol numa partida inteira. Pelamordedeus…
Futebol ainda é bola na rede. E isso o Internacional anda fazendo pouco. Muito pouco mesmo (e não é de hoje). Estamos aturando esse toque toque inconsequente há quase um ano, desde que ganhamos a Libertadores de 2010.
Precisamente este foi o defeito do Inter no jogo até tomarmos o gol de empate sem que ninguém do nosso time tocasse na bola (ou num adversário) pra impedir o gol. Quinze segundos de jogo e tomar o empate é pra matar! E nem venham com piriris e pororós: Renan não teve culpa – o chute foi forte, no ângulo, de dentro da área. Depois do gol desandou legal a maionese colorada – o time entrou em parafuso, errou demais, tomou mais um gol (mesmo defeito: não interceptaram nem bola, nem jogador – e Bolívar não saiu do chão…).
Então eu vi Falcão errar… Todo mundo erra, claro. Mas tirar Andrezinho e colocar Tinga decretou que não chutaríamos mais a gol naquela noite, principalmente de fora da área. Tinga e Guina não chutam nem de dentro da área, quanto mais de fora. Logo depois, outra troca ruim: Ricardo Goulart na vaga de Oscar. Sóbis, já no desespero, entrou na vaga de Nei, que infelizmente não serve pro Internacional, deslocando Bolatti pra lateral. Nada deu certo, o time ficou completamente torto, continuou nervoso e foi pro saco.
Na minha opinião, Falcão deveria ter colocado Cavenaghi – mais forte, mais experiente, mais goleador – ao invés do garoto do ex-time B. Sóbis no lugar de Guiñazu pra meter pressão e bola pra área deles, naquele abafa clássico. Posse de bola, aos 25 do segundo tempo, não interessava mais. Interessava sim é ter mais vontade, mais garra, ir pra cima mesmo, no pulmão e no bico da chuteira. Também pra trazer o apoio da torcida que também sentiu os golpes e estava muda.
Não deu, erramos, estamos fora. Paciência.
Mas a vida continua e o futebol é maravilhoso: poderemos nos recuperar já neste domingo. Desde que um “poucão” deste toque de bola seja trocado por chutes a gol, cruzamentos perigosos, arrancadas velozes e pressão no adversário. Falcão sabe disso, tenho certeza.
Mais do que nunca o que eu disse em relação ao Peñarol vale pra nós: não tá morto quem peleia.
Se brigamos pouco contra os uruguaios (e se a torcida gritou pouco também), teremos que pelear muito mais nos próximos dois jogos – os greNAIS decisivos do Gauchão 2011. GreNAIS que seriam bem menos tensos se tivéssemos nos classificado. Agora literalmente virou o jogo: a pressão está toda contra nós e o coirmão já tinha mesmo sido eliminado em casa uma semana antes. O Portoalegrense tem muitos desfalques e entra como um franco atirador.
Pra terminar o reclamado post, gostaria de relembrar: Gauchão, agora, virou obrigação.
E o Brasileiro também.
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- Sem essa de “público zero” no greNAL. Bobagem. Colorado que é colorado torce pro seu time. Azar do guarda se perdemos – a vida é feita de vitórias e derrotas. E empates. Vamos atrás das vitórias então: não há outra coisa a fazer.
- Alguém vai ter que pagar o pato dessa derrota…
- Reavaliação do time urgente: algumas peças novas e contratações “cirúrgicas” pro Brasileiro que começa em seguida. Precisamos de um lateral direito titular, um lateral esquerdo (ou recuperar Kleber), um zagueiro xerifão e um atacante veloz. No mínimo isso pro Brasileirão 2011. E sepultar o esquema com um atacante só, senão vamos matar o Damião de tanto correr e tomar porrada sozinho.
- Bora ganhar Gauchão e Brasileiro, macacada amiga!

A casa tá caindo...




Não consigo entender o que está se passando no Internacional da era Falcão. Como pode um grupo de qualidade, caríssimo, numeroso, e reconhecido, cometer erros tão infantis? Coisas inadmissíveis, como tomar gol em saída de bola. Ou como sair na frente, ter o jogo nas mãos e a oportunidade de pelar a coruja, mas deixar reviver seu adversário, que já vinha jogando com muita garra e disposição (coisa que simplesmente desapareceu de nosso vestiário), a ponto de permitir uma virada e se safar de algo pior?
Todos que me leem sabem que apoiei muito a escolha de Falcão para comandar o time. Mas hoje não existe nada que o sustente em seu cargo. Nem sua linda história no Inter. Ele simplesmente não conseguiu passar vibração ao grupo, aparenta falta de habilidade no vestiário (depois de quarta e ontem isso ficou EVIDENTE), morosidade e uma serenidade assustadora na beira do campo, mesmo com o time tomando totó.
Sejamos claros, irmãos colorados. Ontem escapamos de algo pior, o que é simplesmente inadmissível para um grupo altamente superior ao adversário. Até as amebas que vivem no Guaíba sabem que um time não se faz só de craques ou grandes jogadores. Um time se faz no vestiário. E a prova maior foi nosso ilustre adversário, que me fez lembrar o tempo das vacas magras quando acontecia situação semelhante, porém com endereço inverso.
Falcão precisa ter humildade e reconhecer que não tem capacidade de segurar esse rojão. Um time com um vestiário recheado de cobras criadas como o do Inter precisa de alguém mais marginal que eles próprios. Ou que consiga se impor não só na história, no carteiraço. Mas na LIDERANÇA.
A chance que o Rei tem de se sustentar passa por esses próximos sete dias.
Ou ele consegue fazer algo ou deixa pra quem sabe. Falcão tem sido um Roth com mais educação nas entrevistas.
Porque o time, ah… o time é o mesmo. A formatação é a mesma.
OS ERROS SEGUEM OS MESMOS.
E a paciência da torcida vai chegando ao seu limite.
Senhores. Vocês elevaram o Internacional ao mais alto patamar possível no mundo do futebol. E nós, torcida apaixonada, SEMPRE estivemos ao lado, independente de grupos, facções, time, treinador e afins. Agora que chegamos onde estamos, não queremos mais voltar atrás.
Tenham a noção da responsabilidade que pesa sobre vossos ombros.
Não é somente pelos mais de 120 mil sócios.
É PELA VOZ DE TODA UMA NAÇÃO.

Fla lança projeto ‘Papo de rubro-negro’ nesta quinta-feira na Gávea

O Museu do Flamengo lança, nesta quinta-feira, na loja Fla Concept, na Gávea, às 18h, o projeto “Papo de rubro-negro”. O objetivo da iniciativa é juntar colecionadores, historiadores, jornalistas, escritores e personalidades rubro-negras para troca de experiências e acervos sobre a história do clube. O primeiro evento irá homenagear o cartunista Lan, que terá 22 desenhos expostos no local.
Em junho, a segunda edição do projeto será dedicada aos 50 anos do título do torneio Rio São-Paulo de 1961. Na ocasião, os rubro-negros formarão a base do pleito para tentar junto à CBF o reconhecimento da conquista do Rio-São Paulo de 1940.

Fla acerta com Gustavo, mas ainda tem em Juan sua maior ambição

Zagueiro de 25 anos é anunciado, realiza sonho de criança de jogar no Rubro-Negro, mas não diminui vontade do clube de repatriar atleta do Roma

Aos 25 anos, Gustavo tem motivos para comemorar. Nesta terça-feira, o zagueiro do Boavista realizou parte dos exames médicos no Flamengo, acertou com o clube e comemorou os sete meses da filha Giovana. Mas a chegada do jogador ainda não é o presente maior para a torcida. Juan, do Roma, sonho de consumo da presidente Patricia Amorim, segue na pauta de maiores ambições do Rubro-Negro para a temporada.
- Concluimos a contratação. Mas é uma situação completamente diferente, nada tem a ver com nossas outras ambições. O Gustavo é um jogador que foi observado e agradou. Ele chega para encorpar o elenco – afirmou o diretor de futebol do Flamengo, Luiz Augusto Veloso.
Além de ter agradado a Vanderlei Luxemburgo depois da vitória de 3 a 2 do Flamengo sobre o Boavista, pela Taça Guanabara, Gustavo acredita que o golaço que marcou contra o Fluminense no empate em 2 a 2 na semifinal do primeiro turno também serviu para abrir portas. O Rubro-Negro adquiriu 50% dos direitos econômicos do jogador e será assinado um contrato de cinco anos. O zagueiro assumiu o discurso habitual.
- Sou torcedor do Flamengo desde pequeno e vou realizar um sonho de criança jogando no clube. Acredito que além do meu potencial, o gol que marquei contra o Fluminense também abriu as portas para mim. Peço forças a Deus, pois a batalha para vencer no futebol não é fácil – declarou Gustavo, por telefone, enquanto cuidava da filha Giovana.
Na negociação, o Rubro-Negro emprestará o lateral-direito Everton Silva, o zagueiro Marlon, o meia Erick Flores, o lateral-esquerdo Jorbison e o atacante Eliabe, que disputarão o Campeonato Brasileiro da Série B pelo Duque de Caxias, que era dono dos direitos econômicos de Gustavo.
- Alguns jogadores precisam ser colocados em atividade, por isso essa nossa ação – explicou Veloso.